“Gosto do frio. Gosto do quente. Gosto do engraçado. Gosto do sem graça. Gosto do feio. Gosto do bonito. Gosto do doce. Gosto do amargo(…) É, bem assim. Tudo muito confuso. Claro, até porque na minha vida as coisas são muito confusas. Tudo tão bagunçado quanto meu quarto, quanto meu guarda roupas. As vezes insisto em querer esse tal de amor, querer está apaixonada. E logo depois mudo de ideia de opinião, digo que o amor é o pior sentimento que pode existir. As vezes estou feliz, com um sorriso de orelha a orelha, e do nada, rapidamente toda essa felicidade vai embora. E no lugar, vem a angustia. As vezes por um momento me dá sono, e na hora em que deito minha cabeça no travesseiro, todo o sono some(…) Ninguém entende essa mudança rápida na minha forma de pensar, na minha mudança rápida de humor. Sabe, nem eu mesma entendo. Mas de uma coisa eu sei, não sou como os jovens de hoje em dia, que se julgam bipolar. Acho que isso tudo é por eu ser órfão de razão. Aprendiz, que não sabe oque quer da vida(…)” Escritoradeboteco
Eu me preocupava bastante com o que queria ser quando crescesse, quanto ganharia ou se me tornaria alguém importante. Às vezes, as coisas que você mais quer, não acontecem. E às vezes, as coisas que jamais esperaria, acontecem. Você encontra milhares de pessoas e nenhuma delas te tocam, e então encontra uma pessoa, e sua vida muda. Pra sempre.
Saudade é amar um passado que nos machuca no presente. É uma felicidade retardada. É deitar na rede e ficar lembrando das ardentes reconciliações depois de brigas homéricas por motivos desimportantes. Sente-se falta de detalhes, como uma toalha no chão, dias chuvosos, da cor dos olhos. A saudade só não mata porque tem o prazer da tortura.